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Criação de novas universidades publicas como um ganho de paz


 A decana da Faculdade de Economia da Universidade "José Eduardo dos Santos", Sílvia Virgínia do Amaral, enalteceu hoje, quarta-feira, no Huambo, a criação de seis novas universidades públicas no país como um dos muitos ganhos da paz e o mais importante registado no ensino superior em Angola.


Falando à Angop, a propósito do nono aniversário do dia da Paz, a comemorar-se a 4 de Abril, a responsável afirmou que a criação destas novas universidades permitiu estender o ensino superior nas 18 províncias do país, contrariamente ao período anterior em que apenas cinco províncias, além de Luanda, possuíam núcleos de faculdades.
 
Segundo Sílvia do Amaral, a expansão do ensino superior, que também permitiu absorver maior número de estudantes, demonstra a preocupação do Executivo angolano no que tange a capacitação dos recursos humanos, para que estes possam desempenhar melhor as suas funções, visando o desenvolvimento equilibrado do país.
 
“A única universidade que havia não satisfazia a crescente demanda de candidatos. Em muitas províncias o nível máximo de alguns quadros era o ensino médio, mas com a entrada em funcionamento de novas universidades o quadro evoluiu consideravelmente”, reconheceu.
 
No caso da faculdade que dirige, Sílvia do Amaral disse que a mesma registou muitos avanços, desde o aumento de salas de aula, de professores e funcionários administrativos, além de estudantes.
 
Sublinhou que antes da paz, a sua instituição era núcleo da Faculdade de Economia da Universidade Agostinho Neto, a única que existia na época, e se debatia com inúmeros problemas, alguns dos quais reflectiam na qualidade do processo de ensino e aprendizagem.
 
“Actualmente somos uma instituição autónoma, fruto da paz. Houve um aumento brusco da população discente e também do corpo docente, uma vez que em tempo de guerra, devido a instabilidade que o país vivia, nenhum professor aceitava trabalhar fora de Luanda, mas hoje assistimos a uma correria enorme”, enfatizou.
 
A decana da Faculdade informou que com a livre circulação de pessoas, fruto da paz, muitos estudantes idos de outras províncias têm escolhido o Huambo para darem continuidade aos seus estudos.
 
O Conselho de Ministros aprovou, a 25 de Fevereiro de 2009, um decreto que estabelecia a criação das Universidades 11 de Novembro (Cabinda e Zaire), José Eduardo dos Santos (Huambo, Bié e Moxico), Mandume (Huíla, Namibe, Kuando Kubango e Cunene), Kimpa Vita (Uíge e Kwanza Norte), Lueji (Lunda Norte, Lunda Sul e Malanje) e Katiavala (Benguela e Kwanza Sul), no quadro da reestruturação da Universidade Agostinho Neto, a única pública até então.

Fonte: Angop, 30 de Março de 2011

 
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