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Como seleccionar uma marca
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Como seleccionar uma marca
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Regras de Ouro, não há soluções milagrosas que assegurem o sucesso de um negócio. Há, porém, algumas regras fundamentais que devem ser seguidas e informações que devem ser conhecidas na altura de escolher uma marca.
A Negócios & Franchising dá a conhecer algumas regras de ouro para quem quer entrar no franchising, desde como encontrar informações, até às perguntas a fazer ao franchisador e os passos a dar neste caminho em busca de um negócio próprio.

Na altura de escolher uma marca, seja a nível nacional para se tornar franchisado, ou internacional, para se tornar master, a primeira regra, que poderá mesmo ser a regra-chave, é a identificação com o negócio. Este é um dos principais critérios que deverá estar na base da escolha de uma marca. Não basta ter em atenção aspectos financeiros, disponibilidade ou o conhecimento da marca. É essencial o gosto e um real interesse pela actividade que se vai iniciar.

Igualmente importante é a aptidão financeira. Quando chega o momento de escolher uma marca é necessário garantir que existe capacidade efectiva de investimento. Cristina Leandro, responsável da Tormo & Associados, empresa de consultadoria em franchising, aconselha: "não deverá ter um endividamento superior da 50/60% da sua capacidade, porque depois não vai ter margem de manobra para dar continuidade ao projecto".

Cumpridos estes dois requisitos, pode começar a pesquisar as empresas, a obter informação sobre as marcas e a dar os primeiros passos num caminho que deverá conduzir a um negócio de sucesso.


Informação o mais completa possível

Para escolher um negócio em franchising, a primeira etapa deverá ser conhecer o sector em que se vai operar – estar a par de números, da evolução do sector, do seu potencial de crescimento e do seu sucesso ao longo dos anos. Depois, passar à escolha de uma marca específica.

De acordo com Ana Correia, responsável da consultora EasyFranchising, "portais, revistas da especialidade, referências pessoais" são algumas das fontes nas quais o investidor poderá ir beber informação sobre presas existentes e a partir daí escolher algumas marcas para pedir informações e conhecer os negócios.

No caso de estar interessado numa marca internacional que quer trazer para Portugal o processo é semelhante, com a participação feiras a assumir uma especial relevância, evidencia Cristina Leandro: "as participações em feiras são sempre muito importantes, porque são uma montra, é lá que as marcas se dão a conhecer e passam informações a terceiros, nomeadamente quais são as suas pretensões e como estão estruturadas". Valência, Madrid, Paris, México são alguns exemplos de feiras internacionais de referência onde é possível contactar com várias marcas, em diversos sectores de actividade.

O contacto com o franchisador

Porque na escolha de uma marca é importante conhecer e obter informação detalhada, depois da análise inicial, o investidor deverá contactar as marcas que lhe despertaram a atenção. Na escolha destas empresas devem pesar alguns critérios essenciais a nível de crescimento e dimensão. "Se é uma marca com alguma dimensão, com um crescimento sustentado, o modo como está estruturada, o número de unidades abertas, há quanto tempo essas unidades estão a operar... É a aquisição de um histórico que permita perceber qual a margem de risco para o investidor", salienta Cristina Leandro.

Nesta fase, os dados obtidos junto do franchisador devem ser os mais completos possíveis. Ana Correia observa que “deve ser feita uma análise detalhada quer internamente (em tudo o que implique o contacto com o franchisador), quer externamente (referências, contacto com outros franchisados ou visitas às unidades em funcionamento)”. Informações relacionadas com os aspectos operacionais da actividade, com a formação, com os valores envolvidos no negócio, com o marketing e com a comunicação são fundamentais.

Não se pode esquecer também os apoios prestados ao franchisado, até porque há um acompanhamento base que as marcas tendem a prestar aos seus parceiros de negócio, relacionado sobretudo com o apoio na escolha do local onde instalar a unidade, o acompanhamento na montagem da loja, nomeadamente ao nível de projectos, obras e instalações de equipamentos e, claro, a formação no negócio onde vai entrar e a disponibilização de manuais de funcionamento.

No caso de optar por uma marca internacional, a informação obtida junto do franchisador tem de ser ainda mais pormenorizada. Cristina Leandro realça que é importante que o investidor conheça "os números do franchisador, porque vai ter um papel equivalente no território nacional, não só ao nível de custos, mas também de receitas.

Deve fazer um estudo da marca e um plano de investimento, saber quais as exigências ao nível da evolução, por exemplo, se existe um número mínimo de unidades que o mas terá de inaugurar por ano e, também, toda a questão das contrapartidas financeiras". Fundamental é ainda a análise do enquadramento jurídico do negócio em Portugal, no sentido de ser adaptado às normais nacionais.



 
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