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A petrolífera portuguesa espera mais do que duplicar a produção de barris de petróleo em Angola dentro de seis anos.
"Se tudo correr bem e o desenvolvimento de todos os projectos que temos nos oleodutos for realizado a tempo, estimamos que entre 2017 e 2018 a Galp esteja a produzir 40.000 barris por dia", revelou Renato Azevedo, director-geral da Galp em Angola, à Reuters.
A petrolífera nacional tem investido muito em projectos em Angola, principlamente em Tômbua-Lândana, um campo petrolífero localizado no Bloco 14 da off-shore angolana.
Esta previsão vai ao encontro das expectativas dos responsáveis da Galp, que apontam para que até 2020, a companhia estatal esteja a produzir 200.000 barris por dia, ou seja, dez vezes mais do que a produção registada em 2010.
Além do Bloco 14, Renato Azevedo declarou que a Galp também está interessada em desenvolver projectos no Bloco Lianzi, assim como no Bloco 32, onde opera a Total.
"Estamos activamente à procura de novas oportunidades em Angola. Pretendemos aumentar o nosso portfólio e tornarmo-nos até um operador 'upstream' no país quando a oportunidade chegar", disse Azevedo.
Nesta altura as acções da Gap desciam 0,93% para 15,43 euros.
Fonte: Económico, 06 de Abril 2011 |